Por e-mail fui convidada a conhecer este espaço. Fui instigada a postar algumas palavras. Sendo as primeiras que me atrevo a escrever ao grande público, foi inevitável pensá-las e repensá-las mil vezes antes de postá-las e submetê-las a críticas e elogios.
Por cautela resolvi ler todas as postagens da autora, minha querida amiga, antes de escolher sobre qual realizaria meu primeiro comentário.
Escolhi a mensagem que fala sobre CORAGEM, por razões óbvias para mim: projeto de escritora, sempre preferi um papel a embates pessoais. Páginas em branco sempre foram minhas melhores amigas e confidentes: ouviam tudo de mim, meus sonhos e pesadelos de adolescente, conheciam o que eu tinha de melhor e de pior, e ainda assim me poupavam de seus conselhos e críticas.
Após ter minhas páginas descobertas e questionadas, simplesmente perdi a coragem. Aposentei o lápis, rasguei os diários e passei a interiorizar todas as palavras. Perdi a coragem de expô-las por medo dos julgamentos, das críticas destrutivas. Dentre as palavras engolidas, algumas me fizeram bem, outras tantas, muito mal.
Hoje, inspirada em minha querida amiga, e com a maturidade necessária para compreender as críticas e não mais depender dos elogios, busco a coragem necessária para retomar minha antiga amizade. Não mais com a pretensão de uma escritora, mas ainda com a ansiedade e fulgor dos velhos tempos.
Obrigada, amiga, por colocar diante de mim tantas páginas em branco. E mais do que isso: obrigada por me inspirar a coragem para novamente empunhar o lápis...
Por cautela resolvi ler todas as postagens da autora, minha querida amiga, antes de escolher sobre qual realizaria meu primeiro comentário.
Escolhi a mensagem que fala sobre CORAGEM, por razões óbvias para mim: projeto de escritora, sempre preferi um papel a embates pessoais. Páginas em branco sempre foram minhas melhores amigas e confidentes: ouviam tudo de mim, meus sonhos e pesadelos de adolescente, conheciam o que eu tinha de melhor e de pior, e ainda assim me poupavam de seus conselhos e críticas.
Após ter minhas páginas descobertas e questionadas, simplesmente perdi a coragem. Aposentei o lápis, rasguei os diários e passei a interiorizar todas as palavras. Perdi a coragem de expô-las por medo dos julgamentos, das críticas destrutivas. Dentre as palavras engolidas, algumas me fizeram bem, outras tantas, muito mal.
Hoje, inspirada em minha querida amiga, e com a maturidade necessária para compreender as críticas e não mais depender dos elogios, busco a coragem necessária para retomar minha antiga amizade. Não mais com a pretensão de uma escritora, mas ainda com a ansiedade e fulgor dos velhos tempos.
Obrigada, amiga, por colocar diante de mim tantas páginas em branco. E mais do que isso: obrigada por me inspirar a coragem para novamente empunhar o lápis...
15/10/2010
Texto escrito por minha querida Tatiane, em cometário sobre algo que escrevi.... A partir de então passamos a compartilhar um espaço que promete boas coisas. Convidamos também pessoas que como nós sintam energia e força na palavra dita com carinho e sinceridade.
Benvinda minha querida ao mundo mágico do lápis e do papel em branco!!!!