Já não posso fumar o que eu gosto!
Nem tampouco o quanto eu gostaria
Me contento com quatro tragadas
Seis vezes ao dia
Sigo o rito de modo religioso
Na tragada da fumaça de morte
sugo o incenso divino com sabor de gozo!
e a brasa viva e quente me diz..."DERREPENTE?..."
Mas não importa se já Inês está morta,
o leite derramado,
a vaca no brejo,
e o cego sem bengala!
O estrago do pulmão
já é fato consumado!
S.André (sem data e hora)
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